QUER COMPRAR UM IMÓVEL?? CONFIRA O CHECKLIST ABAIXO

Veja o checklist para quem quer comprar um imóvel






Levando em conta que o financiamento de um imóvel pode levar 15, muitas vezes 30 anos, é preciso considerar aspectos a longo prazo na hora de escolher o lugar onde você passará boa parte da vida.


Apesar da ansiedade que ter um novo imóvel pode gerar, pense que as possibilidades de empreendimentos pela cidade na maioria das vezes são muitas, então, se houver algum ponto com o qual você não esteja satisfeito durante o processo de compra, dê um peso e uma atenção maiores para ele, que pode ser decisivo.




A dica mais importante é: não se precipite e entenda que essa decisão deve ser tomada com calma e analisada em todos os aspectos. Se você ficar perdido quanto aos principais pontos a se considerar, siga o nosso checklist abaixo para ver se o imóvel corresponde bem a todos os tópicos e, assim, se vale a pena investir.


NOVO LIMITE DO FGTS- 1,5 MILHÃO PARA FINANCIAMENTO DE IMÓVEL.

Limite de R$ 1,5 milhão para financiar imóvel com FGTS
apartir deste mês de Novembro de 2018.




Já entrou em vigor o novo limite de valor de imóveis para financiar com o FGTS.

A mudança só iria valer a partir de 2019 e acabou sendo antecipada. Um pedido antigo da construção civil. Usar o FGTS para comprar imóveis mais caros. A ideia é aquecer as vendas já neste fim de 2018.

Antes, só era possível usar o FGTS na compra de imóveis de até R$ 950 mil no Rio, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal. Nos outros estados, o valor era ainda menor: R$ 800 mil. Agora, esse novo limite de R$ 1,5 milhão vale para todo o Brasil.

Quem ficou feliz foi o Francisco Lima. Corretor de imóveis há 16 anos, ele acha que agora vai conseguir vender mais apartamentos.

“Já recebi ligações hoje de pessoas querendo saber se pode usar o FGTS ou não, inclusive tive um contato hoje com um cliente assim, foi muito bom, foi muito proveitoso”.

COLIVING - MORADIA COMPARTILHADA- IDEIA DESDE 1970




A motivação inicial é a divisão de gastos, mas o movimento mexe com outros aspectos muito além do bolso.

Morar com estranhos pode lhe parecer inusitado. Não é qualquer um que consegue conviver com as manias e os hábitos de outras pessoas. Porém, essa prática está se tornando cada vez mais comum. Especialmente nas grandes cidades, o movimento de coliving ganha força no Brasil, e cada vez mais pessoas utilizam moradias compartilhadas. Mas por que isso acontece? 

Entenda agora o que é coliving, como funciona e o que leva as pessoas a quererem morar juntas. 


O que é coliving



Coliving é um novo jeito de morar, em que diferentes pessoas compartilham a moradia em uma mesma casa ou apartamento. A motivação inicial é a divisão de gastos, mas o movimento mexe com outros aspectos muito além do bolso.

Viver em comunidade nunca foi estranho ao ser humano, porém o crescimento das cidades provocou uma individualização dos espaços. Em resposta a esse movimento, o coliving propõe a volta da convivência e da socialização, de maneira consciente e colaborativa.

Apesar de ser uma tendência atual, a prática é antiga. Na Dinamarca da década de 70, na onda do movimento hippie, as ideias de colaboração e integração surgiram com o cohousing, em que comunidades mantinham suas moradias privadas e compartilhavam espaços de convivência.

As bases do coliving estavam lançadas. Porém, de lá para cá, o movimento evoluiu e já propõe respostas para questionamentos contemporâneos. Seria o coliving uma solução para a escassez de moradias urbanas? Seria um modelo de habitação sustentável? Seria uma maneira de reconectar as pessoas? Ele pode ser tudo isso.

CREDITO IMOBILIÁRIO DA UM PULO PARA 31% EM ABRIL DE 2018



A concessão de financiamento imobiliário com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) em abril cresceu 31,2 por cento ante igual mês de 2017, para 4,1 bilhões de reais, informou nesta quinta-feira a Abecip, instituição que representa as financiadoras de imóveis.

No acumulado de janeiro a abril, o volume de crédito para aquisição e construção de imóveis com recursos da poupança subiu 15,9 por cento ano a ano, para 15,3 bilhões de reais. Nos 12 meses encerrados em abril, contudo, o recuo é de 0,3 por cento.

Segundo a Abecip, o financiamento imobiliário via SBPE permitiu a aquisição e construção de 60,72 mil unidades nos quatro primeiros meses do ano, alta de 15,4 por cento ante o mesmo intervalo de 2017.

Apenas em abril, 16,5 mil imóveis foram financiados, um número 7,4 por cento maior ante março e 40,7 por cento acima do apurado um ano atrás.

CORRETOR DE IMÓVEIS: DO VENDEDOR DE SONHOS À DURA REALIDADE DO DIA A DIA

Já se foi à época na qual os negócios imobiliários dependiam apenas da aproximação de pessoas interessadas na compra e venda ou aluguel de um imóvel, para, assim, efetivar-se uma transação.
A modernidade impôs um cipoal de circunstâncias que vão desde conhecimento em diversas áreas do Direito Civil, como de posturas urbanas, da Engenharia, da Agrimensura, nas quais o corretor de imóveis deve ter pleno conhecimento, para, então, exercer com dignidade a sua atividade.
Disso resulta que, em nome de uma tranquilidade nos negócios imobiliários, em cada transação deveria ter, obrigatoriamente, a presença de um corretor de imóveis, a exemplo do que acontece com o advogado perante as Juntas Comerciais que, para arquivar, desde a constituição de uma empresa, alteração, etc., é necessário haver a assinatura de um profissional do direito.
Assim, o corretor de imóveis deveria ser isento de pagamento das taxas de expedição, por exemplo, de uma Certidão de ônus reais do imóvel no Cartório de Registro de Imóveis, que pode ser alcançada por via de modificação na Lei de Registros Públicos.
Além disso, para exercer com maior eficiência a atividade, o corretor de imóveis poderia ter acesso ao banco de dados de qualquer prefeitura, para verificar dados de quaisquer imóveis, como número do contribuinte, proprietário, normas de zoneamento, mapas, desapropriações, até mesmo informações on-line, onde houver disponibilidade em rede de informática, bem como levantar questões referentes ao IPTU, e quando Rural, em face do ITR.